Atenção trabalhadores que estão em busca de empregos pela internet, há muito que o phishing se tornou uma realidade: uma forma clássica e rápida de fraude informática concebida para furtar informações pessoais valiosas aos cibernautas (números de cartão de crédito, palavras-passe, dados de contas), sempre com fins lucrativos. Um método eficaz e cada vez mais usado no phishing utiliza como isco falsas e aliciantes ofertas de emprego.
As ofertas de emprego assumem diversas variantes. Os espertalhões da informática colocam anúncios de emprego falsos em sites legítimos para conseguirem informações pessoais de quem procura emprego. Outra forma usada pelos cibercriminosos é a análise de currículos em sites públicos e posterior envio de mensagens de correio electrónico com ofertas de emprego falsas. O objectivo pode ser apenas obter a confirmação de que o endereço de correio electrónico é válido para posteriormente ser usado em esquemas fraudulentos.
O recrutamento de terceiros, que se realiza mediante falsas ofertas de emprego, é outro método que tem vindo a revelar-se bastante eficaz. Os cibernautas são convidados a receber montantes numa conta em que são titulares e posteriormente a enviá-los aos empregadores
O dinheiro transferido é conseguido pelos ciberpiratas por meio do acesso a contas com dados roubados. "Este interveniente torna-se assim também vítima, sendo enganado e colaborando com os cibercriminosos sem o saber. As autoridades podem assim chegar ao interveniente contratado, mas nunca aos cibercriminosos, incidindo sobre o contratado a culpa pelo ilícito.
Os dados das contas bancárias são roubados pelos métodos tradicionais de phishing. Geralmente, os fazem-se passar por entidades legítimas. Enviam milhões de mensagens de correio electrónico com ofertas aliciantes ou de carácter urgente, geralmente falsas ou mal intencionadas, para obter informação directa e valiosa dos utilizadores, seja para utilização directa dos mesmos ou para revenda a terceiros.
sábado, 1 de maio de 2010
DIA DO TRABALHO NOVAMENTE VEM AQUELA LADAINHA DA DEFASAGEM DA CLT
Novamente ao ler uma notícia veiculada em um jornal de grande circulação em SP, fica me perguntando sobre a questão do Brasil, os empresários sempre voltam a martelar essa tecla de que a legislação do nosso país é inadequada para o mercado de trabalho e essa, se fosse reformada, permitiria avanços ainda mais expressivos. Se atualmente, já somos massacrados, com salários pífios que mal dá para suprir as necessidades básicas garantidas pela nossa Constituição que em tese deveria ser cumprida e não é.
Ainda somos obrigados a ouvir esses comentários de pessoas que ganham altas quantias de salários, é evidente que essas pessoas não irão se preocupar com férias, décimo terceiro, apenas o salário já é mais que suficiente. Vamos imaginar que se ganhassemos vamos supor R$ 20.000,00 por mês fora mais alguns rendimentos extras, será que iríamos ficar preocupado se não tivessemos férias, é uma outra realidade, muito distante da maioria dos trabalhadores brasileiros. Podemos citar a grande briga que está sendo deflagrada em torno do aumento dos aposentados, mas nosso, é muito que estão tentando, no máximo 7,5%, e o Governo alega que não terá condições de cargar com os custos, concordo sim, não há como mesmo pagar esse aumento, quantos milhões de trabalhadores aposentados sobrevivem com um ou dois salários mínimos, temos que refletir que são pessoas que ajudaram a construir nossa cidade, nosso país. O que será que este Estado de direito irá fazer conosco quando estivermos nessa idade para nos aposentar, pelo andar da carruagem, nem sei se teremos aposentadoria de ao menos um ou dois salário, e nossos netos será que chegaram a ter o gostinho de ter sua carteira assinada. Pois se deixarmos os empresários acabam até com a carteira profissional. Esse empresários alegam que os novos trabalhaodres
-vem com uma relação totalmente diferente com o trabalho. A legislação tem de melhorar em muito. Muitas empresas fazem acordos independentes da CLT. O contrato de trabalho faz parte da nossa cultura, mas a legislação tem de ser reformada. O empresário tem medo de investir mais por causa da legislação trabalhista, e isso impede que a oferta de emprego cresça tanto quanto poderia crescer. Mentira deslavada, esses contratos estão sendo aceitos visto que muitos trabalhadores não tem outra opção, coloco-me nessa situação também, trabalho muitas vezes por contrato ou por projeto, mas não por opção, mas sim, por opressão. Ou aceito ou a empresa não contrata, claro que não sou bobo nem nada, prefiro trabalhar dois meses ou mais e receber, do que não conseguir trabalho e nem um tipo de renda. Mas será que isso realmente é benéfico para mim, ou para minha vida, será que minha família fica assistida diante de uma situação dessa imposta de maneira cruel e brutal. Eles continuam a alegar que A CLT não cobre a proteção das novas formas de trabalhar como pessoas jurídicas, cooperados, trabalho por projeto, trabalho à distância, casual, intermitente entre outras. Entretanto, o brasileiro tem a comemorar nesse 1º de Maio a recuperação do emprego formal, disse Pastore. Ele lembrou que a década de 30 e o inicio dos anos 40 foram as épocas em que surgiram as principais proteções aos trabalhadores - jornadas de trabalho bem determinadas, férias, proteção do menor, entre outras. No passado o emprego informal crescia mais do que o formal. Agora isso se inverteu. No ano passado foram criados 1,16 milhão de empregos com carteira assinada e, para este ano, a expectativa do governo é de criação de dois milhões de postos de trabalho. É um tempo de bons ventos. Houve uma conjugação dos astros para ocorrer esse fato: nossos bancos estavam protegidos escaparam de crise; o desemprego foi pequeno e localizado - atingiu mais a indústria; o grosso da população se manteve empregado e comprando; o crédito voltou logo e impulsionou mais consumo; a redução de impostos ajudou; e os programas sociais também contribuíram. Novamente esse cidadão vem com essa quimela de que os direitos conquistados a duras penas devem serm destituídos em nome de uma falsa promessa de que será necessário, e esses alinhamentos farão o emprego voltar, mentira. Os recursos tecnológicos estão cada vez mais retirando vagas de empregos de trabalhadores, e a tendência sem querer ser pessimista é de que o emprego irá cada vez mais sofrer uma perda, e funções humanas irão desaparecer, continua.....
Expectativas de alunos do ensino público de São Paulo com relação ao Ingresso no ensino superior
Prezados Leitores,
estou nesse momento com a minha Dissertação de Mestrado em mãos, refletindo sobre quais são as expectativas de alunos da rede´pública estadual com relação ao ingresso no ensino superior. Hoje temos dois programas do Governo Federal, ProUni e FIES. FIES é o antigo programa de Crédito Educativo com algumas alterações, mas vamos nos debruçar sobre o ProUni. O aumento da população urbana e a industrialização, a entrada da mulher no mercado de trabalho, a perda das terras do campo pelos trabalhadores fizeram com que estes se transferissem para as agrandes cidades. Gerando uma massa de trabalhadores famintos por empregos, gerando uma classe média que busca sua autoafirmação por meio da ocupação de cargos burocráticos públicos e privados, para que se consiga alcançar esses cargos, utilizam-se da educação. Com isso as exigências começam-se elevar. As classes trabalhadoras começam a buscar o ensino básico como requisito para desempenhar seu trabalho simples, e a classe média começa almejar o nível superior como forma de distinção das outra classe. Em consequência disso, a procura por vagas no ensino superior, que já vinha aumentando bastante nos anos 40, começa a crescer de forma acelerada nos anos 60. Já nos anos 60, nos defrontavamos com a questão jurídica do vestibular. Ou seja, a política dos excedentes, pois as regras davam margem para que se interpretasse que as notas iguais ou superior a cinco dava direito a matrícula em nível superior. Mas por falta de vagas para todos criou-se a política dos excedentes. As Universidades Públicas recebiam cada vez mais esses alunos, fazendo com que a situação das Universidades fossem deteriorando-se a cada ano. Esse período foi bastante marcado pela ampliação no nível elementar e secundário no país. Mas aumentavam também as pressões das camadas médias por mais vagas no ensino superior. Em decorrência disso, foi a provada a Lei n. 4.024/61. Mas analisem que fato estranho por pressões de camadas médias o Brasil reforma primeiro o ensino superior, sem se preocupar com o ensino médio. Em outros países da Europa, por exemplo, começa-se a reformar o ensino básico, e gradativamernte vai se ampliando as reformas até chegar no ensino superior. Os nossos dirigentes por outro lado, já começam a instaurar a política do tapa buraco, sem se preocupar como essa questão poderá estar no futuro próximo. Mas mesmo com todas esssas reformas a universidade da época ainda sofriam severas críticas tais como: a questão das cátedras, a compartimentalização dos conhecimentos, e o caráter elitista da mesma que ainda continuava atendendo a um pequeno público de estratos médios e altos da nossa sociedade. Nesta época os principais agentes dessas reinvindicações eram os jovens professores e o movimento estundantil. Que luatvam por uma Universidade pública e deselitizadae organizada por departamentos, e que os docentes pudessem tomar as decisões de forma democrática, Mas nada disso, havia de fato acontecido. Pelo contrário após o Golpe MIlitar a situaçãopiorou mais ainda, as universidades começaram a sofrer uma ingerência sem tamanho. Resultando na Lei n. 5540/68 aprovada de forma autoritária pelo Governo Militar, com ampliação das vagas sem se preocupar com a qualidade, abertura para iniciativa privada de ambientes isolados de ensino com cursos de baixo custo e uma expansão sem critérios, apenas para amenizar as critícas sobre a falta de vagas no ensino superior. Qualquer coincidência com as UNis da vida que atualmente dominam as vagas no ensino superior é mera bobagem, será? Portanto, as Universidades passaram a ser cada vez mais frequentadas pelas camadas médias em ascensão que buscavam a universidade como forma de garantir postos de trabalhos mais remunerados. Mas todos nós sabemos, que no final dos anos 80, em início dos anos 90, começam a pipocar várias mudanças políticas, econômicas e ideológicas. O Brasil começa a se ajustar aos ideais neoliberais com a entrada de Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso. A sociedade brasileira foi muito atingida com desemprego, baixos salários, diminuição de políticas sociais, abertura de mercados, entrada de empresas internacionais no país, forte interferência de Organismos Internacionais, além da aceleração do processo de privatização dos serviços educacionais. A nossa carta magna da educação a LDB 9394/96 já vem recomendando novas exigências educacionais para a realização do trabalho simples e do trabalho complexo. Essas recomendações na verdade estava direcionadas para que os trabalhadores fossem adestradosa aceitar à nova cultural. Ou seja, aceitar como naturais as desigualdades sociais, o desemprego, a competitividade empresarial, a perda de direitos trabalhistas conquistados com lutas e mortes. Essa cultura neoliberal começa a ensinar as pessoas que o seu vizinho está desempregado, não tem o que comer, não tem carro, etc. O problema não é meu, eu estou trabalhando, e estou bem ele que se dane. E me parece que essa cultura realmente foi absorvida pelas pessoas, impressionante como as pessoas estão mais mesquinhas, só pensam em seu umbigo, como isso é possível? E essa nova politica coloca o Estado de Direito como apenas orgão regulador, mas como ser neoliberal ou país que nem conseguiu ser liberal. Como querer se ter um Estado mínimo, sem antes diminuir as desigualdades entre as pessoas, mas no Brasil é dessa forma mal se alcança um estágio, já se pula para outro só por que fulano ou sicrano está fazendo ou implantando, é impressionante isso? O Estado deixa bem claro que sua preocupação será em universalizar o ensino fundamental, e ampliar o ensino médio, deixando a tarefa do ensino superior para a iniciativa privada. Mas não é toa que isso acontece, claro que não, O Estado de Direito faz surgir uma nova burguesia de serviços, essa mesma burguesia irá cada vez mais pressionar o Estado a não investir em melhorias sociais e também a não investir em Universidades Públicas. Além dessa nova burguesia de serviços temos também a pressão das Universidades Religiosas, que não querem perder sua parte na educação também. Esta nova burguesia de serviços busca o lucro por meio da venda de serviços educacionais em detrimento de sua qualidade. Mas neste meio temos um conflito, que começa a surgir o capital industrial , ao mesmo tempo em que necessita de uma melhoria contínua em seu processo produtivo, também almeja que cada vez mais se formem pessoas em uma categoria profissional, pois terão como abaixar os salários, alegando que tem um exército de reserva de trabalhadores formados desempregados. Mas por outro lado, se o capital industrial começar a contratar esses trabalhadores mal formados terá sérios problemas no futuro no seu processo produtivo. Por isso mesmo o capital industrial necessita da formação de qualidade da Universidade Pública e também da formação dos trabalhadores das Universidades Privadas, continua.......
quinta-feira, 29 de abril de 2010
28 DE ABRIL, DIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
Prezados Leitores,
No dia 28 de abril, foi comemorado o dia da educação. Você sabia? Creio que não? Poucos sabem dessa data. Até mesmo entre os Professores se ignora a data. Mas isto pode ser considerado normal vindo de um país onde o desinteresse e a falta de motivação pela educação é tão clara; um país onde a educação é tratada como coisa secundária, apenas é inserida no debate político em época de eleição. Vamos relembrar um pouco uma situação que ilustra bem esse fato, quando ocorreu aquela catástrofe em Santa Catarina, para onde as pessoas foram alojadas dentro da escola. Ou seja, não houve aulas enquanto essas pessoas estavam alojadas neste local. Vamos analisar a situação de outra catástrofe só que agora nos Estados Unidos, vamos relembrar a situação de Nova Orleans, as pessoas também foram alojadas, mas não foi na escola, foi em ginásios poliesportivos, vejam uma diferença de valorização da escola, é bem sutil mas mostra como ambas culturas enxergam a questão da educação, a escola nada mais é do que reflexo da sociedade. Mas vamos continuar.
Numa data tão propícia à análise da política educacional do Brasil e à avaliação da eficiência dos mecanismos educacionais presentes, nada se fala, como meio de manter a ignorância da maioria da nação, se pergunta sobre o dia da educação ninguém sabe, mas se perguntarmos quanto foi o jogo entre um Corinthians X Flamengo todos sabem responder, por que será que ocorre isso no Brasil.
Nos Grandes meios de comunicação não se viu nenhum artigo sobre educação, nenhum destaque, nenhuma matéria especial, nem mesmo nas redes educativas do Brasil. Os 50 anos da construção de Brasília foi noticiado em todos os locais, não se debate os sacrifícios do povo na época para edificar essa tão sonhada cidade. A elevação da inflação a níveis altos, e a periferia de Brasília é tão maravilhosa assim, como falam.
Os políticos em geral, o próprio sistema capitalista, cruel e enganador, as Instituições Religiosas, mantém-se fiéis à hipocrisia instituída e, propagam aos quatro ventos, a ilusão de que têm interesse pela educação pública de qualidade para todos, quando na realidade produzem apenas uma educação elitizada para poucos.
As mesmas emissoras de televisão que noticia, com sarcasmo, as péssimas condições (físicas, materiais) das escolas é incapaz de produzir uma matéria crítica onde se discuta a qualidade dessa educação, pelo contrário manipula as pessoas com programas de qualidade muito duvidosa para a construção das pessoas como cidadãos.
Por outro lado, temos um grande volume de profissionais da área da educação envolvidos com artimanhas políticas, por meio da atividade sindical. Um outro grupo é alienado e exerce sua profissão de forma burocrática e simplista, tão somente cumprindo suas rotinas diárias, naquela função medíocre e apagada que se tornou a docência no Brasil.
Segundo Paulo Freire, A educação dentro do sistema capitalista, representa uma ferramenta de reprodução da desigualdade social e um instrumento massivo do trabalho ideológico. A educação de qualidade fica restrita aos filhos dos grandes capitalistas, e não a grande massa de pessoas. Mesmo com todo o avanço dos recursos tecnológicos o sistema capitalista passou a defender uma força de trabalho mais adestrada as necessidades mercadológicas deste sistema. Portanto,a conjuntura da educação no Brasil é resultado de um acumulo histórico desfavorável para o proletariado.
Hoje vivemos uma nova etapa deste processo com a venda fracionada dos setores da educação pública para a iniciativa privada: ONG's, Fundações e OS(Organizações Sociais),onde se reproduz o sucateamento do ensino público com interesses de divulgar o ingresso da iniciativa privada como solução para a melhorias no ensino,que não tem nenhum comprometimento com a formação do senso crítico e a construção do conhecimento para o bem comum.
Associam como necessário para o aprendizado apenas o que serve de interesse do capital. Por acreditar que a educação não deve ter o intuito de satisfazer a necessidade do capital, mas de ser uma ferramenta para transformação da sociedade e de suas relações sociais.
O pensamento de Teixeira sobre a educação pode ser resumido neste texto de sua autoria: "Sou contra a educação como processo exclusivo de formação de uma elite, mantendo a grande maioria da população em estado de analfabetismo e ignorância. Revolta-me saber que dos cinco milhões que estão na escola, apenas 450.000 conseguem chegar à 4ª série, todos os demais ficando frustrados mentalmente e incapacitados para se integrarem em uma civilização industrial e alcançarem um padrão de vida de simples decência humana. Choca-me ver o desbarato dos recursos públicos para educação, dispensados em subvenções de toda natureza a atividades educacionais sem nexo nem ordem, puramente paternalistas ou francamente eleitoreiras". Será que após esse texto iremos no próximo ano nos lembrar dessa data. E valerá comemorar alguma coisa.
COMO SE LIVRAR DAS DIVÍDAS

Porque
as pessoas se endividam? Porque joga contra a si mesmo? Adquirindo dívidas, e
conseqüentemente comprometendo sua tranqüilidade e o bem estar, seria um
auto-boicote?
Segundo o Banco Central (BC) o nível de endividamento das
famílias brasileiras já compromete 34,8% da sua renda anual (dados de 2009), de
acordo com cálculos divulgados pelo Banco Central no Relatório Trimestral de
Inflação. Há dois anos, segundo o BC, o valor dos empréstimos contraídos
correspondia a 26,7% da renda das famílias.
Os vilões são os empréstimos
consignados, financiamentos, cartões de crédito, cheque especial, as facilidades
na hora da compra e outras tantas tentações?
Porque as pessoas não
conseguem se livrar do vício do consumo?
Para entender essas questões recorro
a psicologia e psicanálise. Poderia muito bem seguir a corrente de pensamentos
dos economistas e financeiros que dissemina técnicas e ferramentas para o
controle financeiro pessoal e não aborda a parte comportamental das
pessoas.
Segundo a psicanalista Vera Rita de Mello Ferreira,
nossas emoções surgiram a milhares de anos antes da nossa razão, as emoções têm
raízes nos instintos, portanto operam de forma ‘meio’ animal. Visando muito mais
à nossa sobrevivência imediata do que o nosso aprimoramento.
A
Culpa é da mídia?
O mais comum é culpar o grande apelo de consumo da
mídia, a facilidade de credito ou talvez os mercenários que fazem tudo para
aplicar juros abusivos. Não inocento os protagonistas citados. Mas, acredito que
a mídia é o reflexo da sociedade, ou seja, a mídia transmite o que gera
audiência. Os bancos oferecem créditos a juros abusivos por que tem pessoas
interessadas e assim por diante.
De acordo com o estudo da
psicanálise, as pessoas vivem a base de ilusões. ilusões são respostas rápidas e
falsas. Acreditamos nelas porque gostaríamos muito que fosse possível encontrar
satisfação, as vitimas adorariam que aquela situação fosse real que fica míope.
Exemplo: a moça quer tanto perder aquela celulite que compra mesmo pela internet
(sem ninguém iludir) o creme miraculoso que promete acabar o problema em duas
semanas.
Precisamos de dinheiro para sobreviver, porém, não viver apenas
pelo dinheiro.
Afinal, por que nós nos preocupamos em ter dinheiro, que e
si, não vale nada ninguém se alimenta de notas ou moedas), ninguém constrói
casas com folhas de cheques etc. O dinheiro representa um meio para satisfazer
nossas necessidades e desejos.
PERFIS
DE CONSUMIDOR
I - Consumidor Compulsivo
• Compra itens que não necessita.
• É fortemente
atraído por palavras como: LIQUIDAÇÃO e PROMOÇÃO.
• Gasta mais do que
pode.
II -Consumidor Moderado
• Consome de forma racional e
equilibrada.
• Planeja a compra e pesquisa preços.
III - Consumidor Pão
Duro
• Sente mais prazer economizando do que consumindo.
• Prefere
privar-se de adquirir itens que lhe tragam mais conforto ao seu dia a dia para
não gastar.
Necessidades x Desejos
Necessidades: referem-se a aspectos básicos da condição humana: alimentar-se,
vestir-se, ter um lugar para morar, sexo etc. Quando essas necessidades não são
atendidas, o indivíduo vive numa condição subumana e deve lutar, com todas as
forças, para que essas demandas sejam atendidas. A determinação das
“necessidades” evoluiu com o passar dos séculos da civilização. Podem ser
consideradas como “necessidades” do mundo moderno o uso do telefone, da luz
elétrica, assim como o usufruto da educação de qualidade e do emprego. Essas
necessidades não existiam nas sociedades primitivas, ou mesmo rurais, dos
séculos passados.
Desejos: são manifestações de nossas vontades. Não são
necessidades. Posso mudar meus desejos e postergá-los. Mas não posso postergar a
fome, a sensação de frio e as doenças. Assim, tenho o livre-arbítrio em relação
aos meus desejos, mas não tenho em relação às minhas necessidades. Os desejos
nada mais são do que o modo como a sociedade nos mostrou para atendermos às
nossas necessidades.
No link abaixo, um vídeo da psicanalista
Vera Rita de Mello Ferreira:
http://www.youtube.com/watch?v=cxKyee56v8Y
Entrevista
para Revista Você S.A
CARTÃO
DE CRÉDITO: A SEU FAVOR

Por
Fabiana Morais*
Você já parou para pensar sobre as facilidades que são
apresentadas pelo uso
do Crédito atualmente? Casas, carros, aparelhos,
problemas financeiros tudo parece ter ficado fácil com a oferta demasiada do
Crédito em nosso cotidiano.
A própria palavra Crédito nos transmite uma
sensação de aceitação e bem estar por vir a nossa mente a idéia de que acreditam
em nós.
E uma dessas formas mágicas de felicidade é o velho e bom: Cartão de
Crédito. Um pedacinho de plástico colorido que funciona como uma varinha de
condão, certo? Errado. Por quê?
Não pensamos como esse recurso pode nos
trazer mais tristezas do que felicidade, pois se não soubermos usá-lo teremos
uma “Bola de Neve” a nossa frente.
O Cartão é o meio magnético eletrônico
que tem por trás um valor disponível (LIMITE) para podermos adquirir um bem no
presente e pagarmos num determinado prazo futuro. E é nesse aspecto que mora o
“perigo” quando chega a data de pagamento do uso do valor disponível devemos nos
atentar a alguns itens que não aparecem no momento que adquirimos o cartão ou na
hora da compra:
1° Se parcelarmos a compra temos de estar cientes que
poderá estar embutido juros no valor pelo financiamento que foi feito .Por isso,
no momento da compra temos de ter certeza que o parcelamento é isento de
juros.
2° Devemos ter um controle sobre os gastos no cartão porque no
pagamento da fatura podemos não dispor do valor total e se optarmos pelo chamado
Pagamento Mínimo , na fatura seguinte incidirão encargos e juros sobre o valor
deixado para pagamento posterior .
Veja o estilo das propagandas dos cartões de
crédito:
www.youtube.com/watch?v=063i9MKTlUY&feature=related
*
Aluna do curso: Pós-Graduação em Tecnologias na Aprendizagem – Senac São Paulo
DE
OLHO NA FATURA DO CARTÃO DE CRÉDITO

Pequenos
cuidados na hora das compras com cartão de crédito e na própria relação com as
operadoras dos cartões podem melhorar os custos do uso do chamado dinheiro de
plástico.
Por Reinaldo Domingos *
Anuidade - A maioria dos usuários de
cartões paga as anuidades sem questionar valores. Perdem, assim, uma boa
oportunidade de reduzir os custos pelo uso do dinheiro de plástico. O choro por
descontos normalmente é bem sucedido.Às vezes, chega-se à isenção total, mas a
média da concessão é de dois terços do valor. O usuário deve procurar a
operadora e argumentar que considera as taxas abusivas. No caso daqueles que
parcelaram seus débitos ou conseguem pagar apenas a parcela mínima há um
argumento maior: os altos custos dos juros aplicados sobre o financiamento do
débito. Em tempos de inadimplência alta, quem paga as parcelas em dia tem também
um bom respaldo para negociar o fim da anuidade.
Parcela
mínima e juros - Não é à toa que a possibilidade de se pagar
apenas a parcela mínima vem com um certo destaque nas faturas dos cartões. É bom
para as operadoras que o cliente prorrogue parte do pagamento. Elas passam a ter
ganhos
com os juros aplicados sobre o saldo restante, entre 10% e 14,5%. A
primeira dica é evitar entrar na roda da parcela mínima, exatamente para fugir
dos juros que podem dobrar o débito original em poucos meses. Para quem já fez
essa opção, uma saída é negociar os juros. Nesse caso, o usuário terá que
encerrar o limite de crédito e pedir desconto sobre as taxas para parcelar o
débito. O argumento são os próprios juros já pagos pelas parcelas anteriores do
financiamento.
Compras parceladas - Pequenas
parcelas em 10, 12 vezes são sedutoras aos olhos, mas podem virar armadilha para
o bolso. Antes de embarcar nas compras parceladas, o ideal é pesquisar o preço
do produto em outros locais e com outras condições de pagamento. Os juros
aplicados sobre as parcelas longas podem até triplicar o preço do produto. Além
da pesquisa, é recomendável fazer um planejamento de gastos anuais, um orçamento
que identifique possibilidade de compras para se ter controle financeiro dos
gastos.
Controle - As faturas detalham as
compras, identifica os locais, além dos valores individuais, mas não é exagero
fazer um controle próprio. Por isso, os usuários devem ter seu bloquinho de
anotação com todos os gastos e depois conferir com a fatura. É raro, mas pode
acontecer duplicidade de débito, por exemplo.
Saques - Os cartões oferecem, mas o usuário deve evitar recorrer a eles
para fazer saques em dinheiro. Se a pessoa estiver sem dinheiro e precisar se
capitalizar, a melhor saída é procurar um banco, não usar esse serviço do
cartão. Num banco ele vai pagar em torno de 2,5% ao mês de juros. A taxa do
cartão é de cerca de 6% ao mês.
Seguros -
Quando perde o cartão ou é roubado, o usuário normalmente faz boletim de
ocorrência e procura imediatamente a operadora para fazer o cancelamento. Isso
dispensa o pagamento de seguros que protegem os dois casos, em torno de 3 reais
atualmente. O custo com esse seguro, portanto, não deve ser aceito. Com o
respaldo do B.O, dificilmente o usuário terá problemas, caso seu cartão seja
usado por terceiros. O importante é que se tenha uma relação com telefones da
operadora e o número do cartão para facilitar o cancelamento
imediato.
Comprar seguro de vida das operadoras de cartão de crédito
também não é recomendável pelo fato de essa não ser a atividade fim delas. Há
casos de contratos com cláusulas restritivas que dificultam o resgate.
Não
esqueça de verificar se o total da compra está correto e se algum crédito que
você tenha a receber em sua conta foi lançado durante o cálculo total do valor
devido
Fonte:
http://vocesa.abril.com.br/organize-suas-financas/materia/olho-fatura-cartao-credito-486831.shtml
* Diretor da consultoria Financeiro24horas
CUIDADOS
QUE VOCÊ DEVE TER AO RECEBER A FATURA DO SEU CARTÃO DE CRÉDITO
Algumas dicas:
I -
Verifique se o pagamento que você fez no mês anterior foi recebido e
corretamente indicado no extrato.
II - Analise as compras detalhadas na
fatura e veja se os valores de seus recibos estão corretos.
III- No caso de
pagamento rotativo observe o pagamento mínimo e verifique qual é a sua taxa de
juros e como ela foi calculada.
IV -Não deixe de ver se o total da compra
está correto e se todos os créditos que você tem em sua conta foram considerados
no cálculo total do valor devido.
V - Analise a ilustração abaixo, para ter
um melhor entendimento sobre todos os campos indicados em seu extrato de cartão
de crédito.
Fonte:
http://www.financaspraticas.com.br/323510-Como-ler-uma-fatura-de-cartao-de-credito.note.aspx
I -
Verifique se o pagamento que você fez no mês anterior foi recebido e
corretamente indicado no extrato.
II - Analise as compras detalhadas na
fatura e veja se os valores de seus recibos estão corretos.
III- No caso de
pagamento rotativo observe o pagamento mínimo e verifique qual é a sua taxa de
juros e como ela foi calculada.
IV -Não deixe de ver se o total da compra
está correto e se todos os créditos que você tem em sua conta foram considerados
no cálculo total do valor devido.
V - Analise a ilustração abaixo, para ter
um melhor entendimento sobre todos os campos indicados em seu extrato de cartão
de crédito.
Fonte:
http://www.financaspraticas.com.br/323510-Como-ler-uma-fatura-de-cartao-de-credito.note.aspx
Fonte:
autores ABAIXO
ESCRITO PELOS
BLOG:
- Givaldo Fontes da
Cruz
Administrador de Empresas, com pós-graduação em Economia e
Gestão Estratégica de Negócios, pela PUC-SP, vários cursos e
especialização.
Atuação de mais 10 anos no setor de educação no SEBRAE-SP e
SENAC-SP, atuando nas áreas de mercado, desenvolvimento de produtos, soluções em
gestão para micros e pequenas empresas e gerenciamento de projetos.
Atuou
como professor (voluntário) na EDUCAFRO ministrando aula de
cidadania.
Lecionou as disciplinas: Plano de Negócios e Filosofia na
Faculdade Eniac.
Atualmente trabalha no Atendimento Corporativo do
SENAC-SP.
e-mail: givaldo_fontes@hotmail.com
- Fabiana Morais
Formada em Letras, já atuou
como professora. No momento trabalha como bancária.
ESCRITO PELOS
BLOG:
- Givaldo Fontes da
Cruz
Administrador de Empresas, com pós-graduação em Economia e
Gestão Estratégica de Negócios, pela PUC-SP, vários cursos e
especialização.
Atuação de mais 10 anos no setor de educação no SEBRAE-SP e
SENAC-SP, atuando nas áreas de mercado, desenvolvimento de produtos, soluções em
gestão para micros e pequenas empresas e gerenciamento de projetos.
Atuou
como professor (voluntário) na EDUCAFRO ministrando aula de
cidadania.
Lecionou as disciplinas: Plano de Negócios e Filosofia na
Faculdade Eniac.
Atualmente trabalha no Atendimento Corporativo do
SENAC-SP.
e-mail: givaldo_fontes@hotmail.com
- Fabiana Morais
Formada em Letras, já atuou
como professora. No momento trabalha como bancária.
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