O novo professor convergem: para a educação inclusiva e a voltada para a cidadania, que abrem portas em projetos humanitários de agências internacionais e Organizações não governamentais. "A escolha de trabalhar em projetos sociais, hospitais ou comunidades carentes com pessoas desfavorecidas tem muito mais relação com a vocação do educador do que com uma busca por melhores salários, isso fica evidente ao observar o trabalho dos docentes dentro desses projetos, que muitas vezes no silêncio de suas ações tiram dinheiro de seus próprios bolsos para garantir que alguns alunos sem condições nenhuma possa vivenciar e experimentar outros ambientes, tais como: teatro, cinema e visitas a empresas para que começem a desenvolver o sentimento de pertencoimento ao sociedade. Veja a diferença de salários com relação aos docentes que resolvem trabalhar com Educação Inclusiva nas comunidades. Nos colégios privados considerados de excelência, um professor que tem três anos de experiência e fluência em língua estrangeira recebe, em média, R$ 6.000 mensais por 40 horas semanais. Sem experiência, mas com boa formação, incluindo uma especialização, a renda mensal alcança R$ 3.000.
Conheço docentes que atuam em comunidades carentes que não percebem nem ao menos R$ 1.000,00, e jamais querem desistir de atuar neste espaço.
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