quarta-feira, 12 de maio de 2010

TEMOS QUE SER BONS EM TUDO E POR QUE?

Prezados Leitores,




Estou nesse momento a refletir sobre o mercado de trabalho, hoje evidenciamos que não só precisamos ter habilidades de fazer algo bem feito, necessitamos também conhecer e utilizar-se das famosas competências. Temos que cuidar do nosso visual, do nosso marketing, temos que tomar as rédeas do nosso aprendizado, temos que nos qualificar, temos que ser pró-ativo, tomar a iniciativa, ser criativo, saber administrar bem os conflitos, ter senso de custo, ser inovador, dinâmico, suportar trabalhar sobre pressão, ter curso superior, pós-graduação, MBA, Mestrado, e também temos que dominar as ferramentas de informática, etc e tal. Há também temos hoje, que dominar um idioma, um não, mais de um, dois idiomas: inglês e espanhol. Mas, se tivermos um terceiro idioma, poderá ser um diferencial pensando nos tigres asiáticos, se soubermos um idioma de mandarim (Chinês), ou italiano, ou francês, será que iremos ter que aprender o hebraico, aramaico, a linguagem maia, astecas sei lá. Para que tudo isso, sendo que muitas empresas exigem tudo isso, e no momento que você é admitido dentro da organização, não há espaço para que você possa colocar em prática todas essas competências e habilidades e conhecimentos. Muitas vezes você jamais irá ao menos utilizar frases em inglês na função que está executando. Precisamos de tudo essas ferramentas da vida moderna para sermos felizes e realizarmos alguma atividade com maestria e entusiasmo? será mesmo, necessário isso? Todas essas competências para ocupar um simples emprego. Para onde queremos ir e onde queremos chegar com todas essas cobranças e concorrências. Essa semana ouvi muitas conversas sobre sustentabilidade, mas será que temos a verdadeira noção do que é a raiz da palavra sustentabilidade. Diante dessa inculcação foi procurar, e sustentabilidade não é nada mais do que preparar o nosso meio ambiente de hoje, para o futuro. Ou seja, para compreendermos melhor, o que deixaremos e como deixaremos os recursos naturais do planeta terra para as futuras gerações. Se acabarmos com toda água do planeta, as novas gerações irão morrer por falta dela. Mas, por que hoje comentasse tanto sobre este tema, simples amigos leitores, se pensarmos que os países desenvolvidos consomem recursos naturais de forma descontrolada e exageradamente. Fica mais fácil perceber que nós países subdesenvolvidos jamais poderemos alcançar este tipo de consumo, pois se isto ocorrer os recursos naturais que já estão ficando escassos, desaparecerá num futuro próximo, isso demonstra que não podemos e não devemos querer alcançar o padrão de consumo desses países, simples, não.....



domingo, 9 de maio de 2010

A angustiante espera de um retorno de uma entrevista de emprego

Prezados Leitores,

Estou nesse instante em pleno domingo no dia 09/05, refletindo sobre a angústia de candidatos a emprego, que mesmo após ter sido chamado para a entrevista, e após seguir rigorosamente as dicas e toques que sempre transmitimos aqui nesse blog, ficam extremamente angustiado com a demora previsível com relação a resposta da entrevista, se terá ou não chances de seguir para a função ou mesmo para a próxima fase do processo seletivo. O que fazer nese momento? Em minha opinião o candidato deve tranquilizar-se e partir sempre para novas oportunidades de entrevistas, pois nem sempre uma entrevista é sinônimo de emprego, mas de oportunidades de tal. Mas, o que podería ser benéfico após a entrevista e marcasse o candidato com a selecionadora, já sei, um simples email agradecendo a oportunidade de tal entrevista. Sim, esse gesto faz uma diferença, demonstra uma pessoa gentil, no caso de empate entre candidatos esse gesto pode fazer grande diferença. E mesmo se pensarmos que os selecionadores, devido ao excesso de carga de trabalho, e vários candidatos para entrevistarem, muitas vezes em vagas com perfis totalmente diferente com relação a competências e habilidades. Sim, esse pequeno gesto poderá fazer a diferença entre ter o emprego ou não? bem, acho que é isso.....Comentem....

Segue mais fotos disponiblizadas pelo Daniel _ InfoTarde2010

sábado, 1 de maio de 2010

CUIDADO COM MENSAGENS DO FALSO EMPREGO

Atenção trabalhadores que estão em busca de empregos pela internet, há muito que o phishing se tornou uma realidade: uma forma clássica e rápida de fraude informática concebida para furtar informações pessoais valiosas aos cibernautas (números de cartão de crédito, palavras-passe, dados de contas), sempre com fins lucrativos. Um método eficaz e cada vez mais usado no phishing utiliza como isco falsas e aliciantes ofertas de emprego.


As ofertas de emprego assumem diversas variantes. Os espertalhões da informática colocam anúncios de emprego falsos em sites legítimos para conseguirem informações pessoais de quem procura emprego. Outra forma usada pelos cibercriminosos é a análise de currículos em sites públicos e posterior envio de mensagens de correio electrónico com ofertas de emprego falsas. O objectivo pode ser apenas obter a confirmação de que o endereço de correio electrónico é válido para posteriormente ser usado em esquemas fraudulentos.

O recrutamento de terceiros, que se realiza mediante falsas ofertas de emprego, é outro método que tem vindo a revelar-se bastante eficaz. Os cibernautas são convidados a receber montantes numa conta em que são titulares e posteriormente a enviá-los aos empregadores

O dinheiro transferido é conseguido pelos ciberpiratas por meio do acesso a contas com dados roubados. "Este interveniente torna-se assim também vítima, sendo enganado e colaborando com os cibercriminosos sem o saber. As autoridades podem assim chegar ao interveniente contratado, mas nunca aos cibercriminosos, incidindo sobre o contratado a culpa pelo ilícito.

Os dados das contas bancárias são roubados pelos métodos tradicionais de phishing. Geralmente, os fazem-se passar por entidades legítimas. Enviam milhões de mensagens de correio electrónico com ofertas aliciantes ou de carácter urgente, geralmente falsas ou mal intencionadas, para obter informação directa e valiosa dos utilizadores, seja para utilização directa dos mesmos ou para revenda a terceiros.

DIA DO TRABALHO NOVAMENTE VEM AQUELA LADAINHA DA DEFASAGEM DA CLT

Novamente ao ler uma notícia veiculada em um jornal de grande circulação em SP, fica me perguntando sobre a questão do Brasil, os empresários sempre voltam a martelar essa tecla de que a legislação do nosso país é  inadequada para o mercado de trabalho e essa, se fosse reformada, permitiria avanços ainda mais expressivos. Se atualmente, já somos massacrados, com salários pífios que mal dá para suprir as necessidades básicas garantidas pela nossa Constituição que em tese deveria ser cumprida e não é.
Ainda somos obrigados a ouvir esses comentários de pessoas que ganham altas quantias de salários, é evidente que essas pessoas não irão se preocupar com férias, décimo terceiro, apenas o salário já é mais que suficiente. Vamos imaginar que se ganhassemos vamos supor R$ 20.000,00 por mês fora mais alguns rendimentos extras, será que iríamos ficar preocupado se não tivessemos férias, é uma outra realidade, muito distante da maioria dos trabalhadores brasileiros. Podemos citar a grande briga que está sendo deflagrada em torno do aumento dos aposentados, mas nosso, é muito que estão tentando, no máximo 7,5%, e o Governo alega que não terá condições de cargar com os custos, concordo sim, não há como mesmo pagar esse aumento, quantos milhões de trabalhadores aposentados sobrevivem com um ou dois salários mínimos, temos que refletir que são pessoas que ajudaram a construir nossa cidade, nosso país. O que será que este Estado de direito irá fazer conosco quando estivermos nessa idade para nos aposentar, pelo andar da carruagem, nem sei se teremos aposentadoria de ao menos um ou dois salário, e nossos netos será que chegaram a ter o gostinho de ter sua carteira assinada. Pois se deixarmos os empresários acabam até com a carteira profissional.  Esse empresários alegam que os novos trabalhaodres
-vem com uma relação totalmente diferente com o trabalho. A legislação tem de melhorar em muito. Muitas empresas fazem acordos independentes da CLT. O contrato de trabalho faz parte da nossa cultura, mas a legislação tem de ser reformada. O empresário tem medo de investir mais por causa da legislação trabalhista, e isso impede que a oferta de emprego cresça tanto quanto poderia crescer. Mentira deslavada, esses contratos estão sendo aceitos visto que muitos trabalhadores não tem outra opção, coloco-me nessa situação também, trabalho muitas vezes por contrato ou por projeto, mas não por opção, mas sim, por opressão. Ou aceito ou a empresa não contrata, claro que não sou bobo nem nada, prefiro trabalhar dois meses ou mais e receber, do que não conseguir trabalho e nem um tipo de renda. Mas será que isso realmente é benéfico para mim, ou para minha vida, será que minha família fica assistida diante de uma situação dessa imposta de maneira cruel e brutal.  Eles continuam a alegar que A CLT não cobre a proteção das novas formas de trabalhar como pessoas jurídicas, cooperados, trabalho por projeto, trabalho à distância, casual, intermitente entre outras. Entretanto, o brasileiro tem a comemorar nesse 1º de Maio a recuperação do emprego formal, disse Pastore. Ele lembrou que a década de 30 e o inicio dos anos 40 foram as épocas em que surgiram as principais proteções aos trabalhadores - jornadas de trabalho bem determinadas, férias, proteção do menor, entre outras. No passado o emprego informal crescia mais do que o formal. Agora isso se inverteu. No ano passado foram criados 1,16 milhão de empregos com carteira assinada e, para este ano, a expectativa do governo é de criação de dois milhões de postos de trabalho. É um tempo de bons ventos. Houve uma conjugação dos astros para ocorrer esse fato: nossos bancos estavam protegidos escaparam de crise; o desemprego foi pequeno e localizado - atingiu mais a indústria; o grosso da população se manteve empregado e comprando; o crédito voltou logo e impulsionou mais consumo; a redução de impostos ajudou; e os programas sociais também contribuíram. Novamente esse cidadão vem com essa quimela de que os direitos conquistados a duras penas devem serm destituídos em nome de uma falsa promessa de que será necessário, e esses alinhamentos farão o emprego voltar, mentira. Os recursos tecnológicos estão cada vez mais retirando vagas de empregos de trabalhadores, e a tendência sem querer ser pessimista é de que o emprego irá cada vez mais sofrer uma perda, e funções humanas irão desaparecer, continua.....

Expectativas de alunos do ensino público de São Paulo com relação ao Ingresso no ensino superior

Prezados Leitores,

estou nesse momento com a minha Dissertação de Mestrado em mãos, refletindo sobre quais são as expectativas de alunos da rede´pública estadual com relação ao ingresso no ensino superior. Hoje temos dois programas do Governo Federal, ProUni e FIES. FIES é o antigo programa de Crédito Educativo com algumas alterações, mas vamos nos debruçar sobre o ProUni. O aumento da população urbana e a industrialização, a entrada da mulher no mercado de trabalho, a perda das terras do campo pelos trabalhadores fizeram com que estes se transferissem para as agrandes cidades. Gerando uma massa de trabalhadores famintos por empregos, gerando uma classe média que busca sua autoafirmação por meio da ocupação de cargos burocráticos públicos e privados, para que se consiga alcançar esses cargos, utilizam-se da educação. Com isso as exigências começam-se elevar. As classes trabalhadoras começam a buscar o ensino básico como requisito para desempenhar seu trabalho simples, e a classe média começa almejar o nível superior como forma de distinção das outra classe. Em consequência disso, a procura por vagas no ensino superior, que já vinha aumentando bastante nos anos 40, começa a crescer de forma acelerada nos anos 60. Já nos anos 60, nos defrontavamos com a questão jurídica do vestibular. Ou seja, a política dos excedentes, pois as regras davam margem para que se interpretasse que as notas iguais ou superior a cinco dava direito a matrícula em nível superior. Mas por falta de vagas para todos criou-se a política dos excedentes. As Universidades Públicas recebiam cada vez mais esses alunos, fazendo com que a situação das Universidades fossem deteriorando-se a cada ano. Esse período foi bastante marcado pela ampliação no nível elementar e secundário no país. Mas aumentavam também as pressões das camadas médias por mais vagas no ensino superior. Em decorrência disso, foi a provada a Lei n. 4.024/61. Mas analisem que fato estranho por pressões de camadas médias o Brasil reforma primeiro o ensino superior, sem se preocupar com o ensino médio. Em outros países da Europa, por exemplo, começa-se a reformar o ensino básico, e gradativamernte vai se ampliando as reformas até chegar no ensino superior. Os nossos dirigentes por outro lado, já começam a instaurar a política do tapa buraco, sem se preocupar como essa questão poderá estar no futuro próximo. Mas mesmo com todas esssas reformas a universidade da época ainda sofriam severas críticas tais como: a questão das cátedras, a compartimentalização dos conhecimentos, e o caráter elitista da mesma que ainda continuava atendendo a um pequeno público de estratos médios e altos da nossa sociedade. Nesta época os principais agentes dessas reinvindicações eram os jovens professores e o movimento estundantil. Que luatvam por uma Universidade pública e deselitizadae organizada por departamentos, e que os docentes pudessem tomar as decisões de forma democrática, Mas nada disso, havia de fato acontecido. Pelo contrário após o Golpe MIlitar a situaçãopiorou mais ainda, as universidades começaram a sofrer uma ingerência sem tamanho. Resultando na Lei n. 5540/68 aprovada de forma autoritária pelo Governo Militar, com ampliação das vagas sem se preocupar com a qualidade, abertura para iniciativa privada de ambientes isolados de ensino com cursos de baixo custo e uma expansão sem critérios, apenas para amenizar as critícas sobre a falta de vagas no ensino superior. Qualquer coincidência com as UNis da vida que atualmente dominam as vagas no ensino superior é mera bobagem, será? Portanto, as Universidades passaram a ser cada vez mais frequentadas pelas camadas médias em ascensão que buscavam a universidade como forma de garantir postos de trabalhos mais remunerados. Mas todos nós sabemos, que no final dos anos 80, em início dos anos 90, começam a pipocar várias mudanças políticas, econômicas e ideológicas. O Brasil começa a se ajustar aos ideais neoliberais com a entrada de Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso. A sociedade brasileira foi muito atingida com desemprego, baixos salários, diminuição de políticas sociais, abertura de mercados, entrada de empresas internacionais no país, forte interferência de Organismos Internacionais, além da aceleração do processo de privatização dos serviços educacionais. A nossa carta magna da educação a LDB 9394/96 já vem recomendando novas exigências educacionais para a realização do trabalho simples e do trabalho complexo. Essas recomendações na verdade estava direcionadas para que os trabalhadores fossem adestradosa aceitar à nova cultural. Ou seja, aceitar como naturais as desigualdades sociais, o desemprego, a competitividade empresarial, a perda de direitos trabalhistas conquistados com lutas e mortes. Essa cultura neoliberal começa a ensinar as pessoas que o seu vizinho está desempregado, não tem o que comer, não tem carro, etc. O problema não é meu, eu estou trabalhando, e estou bem ele que se dane. E me parece que essa cultura realmente foi absorvida pelas pessoas, impressionante como as pessoas estão mais mesquinhas, só pensam em seu umbigo, como isso é possível? E essa nova politica coloca o Estado de Direito como apenas orgão regulador, mas como ser neoliberal ou país que nem conseguiu ser liberal. Como querer se ter um Estado mínimo, sem antes diminuir as desigualdades entre as pessoas, mas no Brasil é dessa forma mal se alcança um estágio, já se pula para outro só por que fulano ou sicrano está fazendo ou implantando, é impressionante isso? O Estado deixa bem claro que sua preocupação será em universalizar o ensino fundamental, e ampliar o ensino médio, deixando a tarefa do ensino superior para a iniciativa privada. Mas não é toa que isso acontece, claro que não, O Estado de Direito faz surgir uma nova burguesia de serviços, essa mesma burguesia irá cada vez mais pressionar o Estado a não investir em melhorias sociais e também a não investir em Universidades Públicas. Além dessa nova burguesia de serviços temos também a pressão das Universidades Religiosas, que não querem perder sua parte na educação também. Esta nova burguesia de serviços busca o lucro por meio da venda de serviços educacionais em detrimento de sua qualidade. Mas neste meio temos um conflito, que começa a surgir o capital industrial , ao mesmo tempo em que necessita de uma melhoria contínua em seu processo produtivo, também almeja que cada vez mais se formem pessoas em uma categoria profissional, pois terão como abaixar os salários, alegando que tem um exército de reserva de trabalhadores formados desempregados. Mas por outro lado, se o capital industrial começar a contratar esses trabalhadores mal formados terá sérios problemas no futuro no seu processo produtivo. Por isso mesmo o capital industrial necessita da formação de qualidade da Universidade Pública e também da formação dos trabalhadores das Universidades Privadas, continua.......