terça-feira, 26 de julho de 2011

Especialista faz ressalvas ao uso de tablets em escolas



O uso de tablets, notebooks, celulares para substituir livros didáticos pode até piorar o aprendizado dos alunos caso os professores não mudem a maneira como trabalham os conteúdos. Ou seja, de nada adianta toda essa parafernália digital, se o professor continuar com o mesmo método arcaico e ultrapassado de abordar os alunos e desenvolver suas aulas. Podemos evidenciar que a tecnologia ainda não está à altura do aprendizado da escola ainda. Hoje a maior parte dos docentes não estão preparados para suportar os alunos de posse de Tablets em sala de aula, a maior preocupação dos docentes fica restrito com o cuidado do aparelho, por ser muito caro o aparelho poderá ser danificado e também com o receio dos alunos começarem a jogar um jogo qualquer desvirtuando da proposta da aula. Diante dessa situação, como podemos pensar a incorporação dessas tecnologias dentro da sala de aula no cotidiano escolar. Penso que o aluno poderia ser provocado a utilizar o tablets, o celular, para tirar fotos ou filmar um determinado fato ou situação real, e depois de posse dessa informação, preparar em equipe um trabalho, e o docente na figura de mediador propor que as discussões fossem levadas para sala de aula alinhada com as competências que o docente espera que o aluno alcance naquela atividade, será que nossos docentes estão se preparando para esse momento?








sábado, 23 de julho de 2011

O futuro das organizações: Mundo Verde


No mundo verde, por sua vez, as empresas estarão orientadas a trabalhar para o cliente. Nestes casos, o sucesso das empresas é caracterizado pelas suas credenciais sócio-ambientais, o que significa que os incentivos não estarão relacionados apenas à remuneração. De acordo com a pesquisa, a liderança e direcionamento da gestão de pessoas ficarão por conta do CEO, e a legislação trabalhista influenciará (e muito) o comportamento dos funcionários.
Representante deste cenário, a diretora executiva de Desenvolvimento de Pessoas do Banco Real, Mônica Cardoso, falou que a receita está na junção ética, profissionalismo e sustentabilidade. Não acreditamos na formação das pessoas, e sim na identificação de seus valores, opinou. O individuo, seja ele qual for, tem que estar no centro da estratégia.


O futuro das organizações: Mundo Azul


No mundo azul as estratégias de carreiras estarão cada vez mais complexas, e o tema risco em gestão de pessoas será levado mais a sério. Além disso, as relações serão baseadas em metas de receita e lucro, e os padrões dentro das organizações serão estereotipados e cada vez mais estabelecidos.
A preocupação na retenção de talentos ser muito mais visível. As empresas do mundo azul irão diferenciar-se pelos benefícios dados aos funcionários, mas por outro lado, estes serão obrigados a destacarem-se melhor nos resultados, para não correrem o risco de serem descartados.
Para Alessandro Bonorino, diretor de Recursos Humanos da IBM e representante do mundo azul, a cultura organizacional é fundamental nessas horas. Segundo ele, o RH da empresa tem foco principalmente em desenvolvimento, tanto interno quanto externo. Nós somos os gestores do crescimento. O futuro é hoje. As empresas estão buscando novos profissionais ainda no ensino médio.

Educação Inclusiva e aí?


O novo professor convergem: para a educação inclusiva e a voltada para a cidadania, que abrem portas em projetos humanitários de agências internacionais e Organizações não governamentais. "A escolha de trabalhar em projetos sociais, hospitais ou comunidades carentes com pessoas desfavorecidas tem muito mais relação com a vocação do educador do que com uma busca por melhores salários, isso fica evidente ao observar o trabalho dos docentes dentro desses projetos, que muitas vezes no silêncio de suas ações tiram dinheiro de seus próprios bolsos para garantir que alguns alunos sem condições nenhuma possa vivenciar e experimentar outros ambientes, tais como: teatro, cinema e visitas a empresas para que começem a desenvolver o sentimento de pertencoimento ao sociedade. Veja a diferença de salários com relação aos docentes que resolvem trabalhar com Educação Inclusiva nas comunidades. Nos colégios privados considerados de excelência, um professor que tem três anos de experiência e fluência em língua estrangeira recebe, em média, R$ 6.000 mensais por 40 horas semanais. Sem experiência, mas com boa formação, incluindo uma especialização, a renda mensal alcança R$ 3.000.
Conheço docentes que atuam em comunidades carentes que não percebem nem ao menos R$ 1.000,00, e jamais querem desistir de atuar neste espaço. 

Professor de Harvard diz que pedagogos devem atentar para uma educação global


No dia 20/07 foi veiculado no Jornal  Folha de S. Paulo, que um Professor de Harvard diz que pedagogos devem atentar para uma educação global visando a contribuição da educação para o desenvolvimento de competências necessárias para o desenvolvimento profissional e pessoal dos alunos. Se pensarmos Jacques Delors -educação para o século XXI, quais serão os desafios para o Pedagogo: Ensinar com qualidade, desenvolvendo habilidades, tornando-os livres para decidir e opinar sobre a sociedade Globalizada. Será que o Pedagogo conseguirá repassar essas competências para os jovens se ele próprio não está pronto para acompanhar e lidar com essas novas mudanças no mundo, fico preocupado quando escuto docentes dizendo que não querem aprender nada sobre as novas tecnologias, como conseguirão motivar os novos alunos se eles próprios não estão motivados para aprender. e também como ganharão a empatia dos alunos se todos os instrumentos que os jovens gostam parte em termos da Tecnologia. Será que não podemos aproveitar o Twitter para fins didáticos, não podemos desenvolver técnicas para trabalhar com os alunos dentro do espaço virtual deles, por exemplo: o facebook. Será que faz alguma diferença na cabeça dos alunos o fato do professor ter um blog, um facebook, um twitter, para que os alunos consigam compartilhar seguir o seu professor. Pensando que as Novas Tecnologias da Informação e as telecomunicações encurtam a distância e o tempo do aprendizado, conectando os alunos com outros alunos, em outras cidades e até mesmo países. Se utilizarmos essas ferramentas, existem possibilidades de transformar a educação seja a distância ou presencial, segundo pesquisador de Harvard, o Brasil, poderá colher os benefícios do crescimento econômico e da governabilidade democrática enfrentando os desafios que resultam hoje em uma sociedade desigual, será?

Treinar para vender mais


 O excelente atendimento é um dos diferenciais que a empresa pode oferecer ao seu cliente, pois, além de passar ao consumidor uma imagem positiva da empresa, ajuda a vender mais. Varejistas de diversos segmentos já perceberam que, diante da forte concorrência do setor, é necessário investir na qualidade do serviço oferecido. Estudo da American Marketing Association aponta que 68% dos consumidores não voltam a uma loja por conta do mau comportamento dos funcionários. As empresas devem estar atentas a um bom pós-venda e a entrega de mercadorias no prazo, por exemplo, são imprescindíveis.”Cada dia mais, diferentes setores do mercado convergem para o pensamento de que investir na capacitação de pessoal pode gerar um custo-benefício favorável. Cinco motivos para uma empresa apostar na qualificação de sua equipe: melhorar o nível motivacional, treinar funcionários para executar multifunções, prepará-los para assumir cargos de autonomia, reciclar conhecimentos defasados e aprimorar conhecimentos para uma promoção. Os novos ensinamentos levam, em média, de seis meses a um ano para serem postos em prática. Por isso, para a empresa, é melhor agir com planejamento do que com ansiedade, esperando resultados instantâneos. Também é fundamental que, depois dos treinamentos, seja montado um plano para que os conhecimentos sejam colocados em prática. “Sem isso, a empresa corre o risco de o funcionário ficar desmotivado, pois não vê a ligação entre a teoria e a prática no seu dia-a-dia de trabalho”, Exemplo da aplicação de treinamento na prática, o restaurante Fellini, no Leblon, introduziu na gestão treinamentos voltados para o aperfeiçoamento da linguagem e da comunicação dos funcionários. O programa foi desenvolvido pelo departamento de comunicação da casa e já trouxe resultados satisfatórios. Segundo o dono da empresa, Nelson Laskowsky, o faturamento aumentou cerca de 20% depois que as aulas começaram. “Lidamos com o público diariamente”, explica Laskowsky. “Trabalhamos com vendas, então, ter uma equipe que saiba se comunicar é fundamental para o sucesso. A idéia é investir no que cada colaborador tem de melhor e aproveitar as habilidades individuais no dia-a-dia do estabelecimento.”

O futuro das organizações: Mundo laranja


No mundo laranja, o papel do RH será o de recrutar pessoas, sem estar diretamente ligada com a retenção e desenvolvimento delas. O tabu de demitir os funcionários também será deixado de lado. Por outro lado, as empresas de pequeno porte utilizarão o capital intelectual como ferramenta, e trabalharão sempre com tecnologia de ponta, o que pode favorecer a competição com as grandes organizações do mundo azul, por exemplo. O lema do mundo laranja será: prazo, objetivo e entrega.